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Certa ocasião, o evangelista Charles Spurgeon, ao ouvir uma pregação de Jorge Müller, declarou o seguinte: o tema exposto era tão simples que qualquer professor da EBD, por mais inexperiente que fosse, poderia falar sem maiores dificuldades. Porém, a graça e a unção com que foi transmitido, trouxe um profundo impacto em minha vida...

Assim como aconteceu na experiência de Spurgeon, nós também podemos observar quando uma música é ungida ou não;  quando um ministro é ungido ou não, quando existe unção na ministração do grupo ou quando é apenas emoção ou comoção.

A unção é um requisito básico para o exercício eficaz da obra do ministério, pois a unção tem como objetivo habilitar, capacitar e revestir de autoridade uma pessoa para o cumprimento de uma missão.

A unção tem a ver com um viver diário diante do Senhor. Quando levamos a sério o fato de que todo o nosso viver tem que ser “diante do Senhor”, muitas de nossas atitudes e comportamentos se modificam.

Eu creio que Deus deseja levantar entre nós músicos, cantores, dançarinos, enfim ministros que formem um exército que  esteja totalmente comprometido com o senhorio de Jesus Cristo. Você tem recebido esse chamado? Se sim, não se esqueça que Ele está chamando você para um papel de destaque na igreja, um lugar de liderança!

É hora de fazermos uma avaliação de onde estamos espiritualmente e de nos certificarmos de que estamos honrando a Deus não apenas com nossos dons e talentos mas também com nossas vidas. Façamos todos os ajustes necessários para nos tornarmos  tudo aquilo que Deus quer que sejamos! Proteja a sua unção  mantendo uma vida devocional ativa. Prime por um caráter irrepreensível diante de Deus e dos homens. Não tenha medo ou vergonha de pedir ajuda. Não desista por causa de maus hábitos que insistem em voltar. Creia num Deus que transforma. O pecado sairá e  você permanecerá no lugar onde Deus planejou. Rasguemos nossas vestes, com sinceridade de coração e deixemos Deus nos purificar.

Nosso desejo é levantar em nossa igreja músicos, cantores, dançarinos ... enfim adoradores que sejam conhecidos não apenas por seu talento, mas também por sua caminhada com Cristo, sua unção e caráter cristão.

Assim, pois, que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel”. ( I Cor. 4:1,2 )

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